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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Quaresma Explica Incidentes no Jogo contra o Nacional - Entrevista Completa SJFP

Quaresma deu uma longa entrevista ao site do Sindicato de Jogadores Professionais de Futebol.



«Andei o jogo todo a ouvir muita coisa... cigano e outras coisas", afirmou ontem Ricardo Quaresma, jogador do FC Porto, em declarações à revista do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol, admitindo ter "perdido o controlo" depois do jogo entre o Nacional e o FC Porto (2-1), na Madeira, quando se envolveu numa acesa troca de palavras com Gomaa e Marçal, jogadores do clube madeirense. "Parecia que eu tinha matado meio Mundo. Não dei um bom exemplo, mas toda a gente falha", acrescentou o extremo portista, de 30 anos. Quando questionado sobre a eventual presença no Mundial de 2014, no Brasil, Quaresma disse que a "esperança é sempre a última a morrer", reconhecendo que Paulo Bento o conhece como ninguém: "Sempre tive uma boa relação com ele, é uma pessoa que eu respeito e admiro muito. Aprendi muito com ele".»

Entrevista Completa ao Site SJPF


Considerado um dos maiores talentos dos últimos anos, RICARDO QUARESMA passou por um período de menor fulgor. Em janeiro regressou ao FC Porto e ao campeonato português com um objetivo: relançar a carreira. E ganhou a aposta.
É uma das grandes figuras da segunda volta do campeonato. Esperava regressar tão bem aos relvados depois de tantos meses de inatividade?Esperava porque acho que o mais importante num jogador é a cabeça. Estando bem psicologicamente e se acreditares em ti, é um passo muito importante para que as coisas possam sair bem. Ainda para mais vim para o clube que amo, onde me sinto bem e feliz. Tudo isso ajudou. Tenho pessoas muito fortes e muito importantes para me ajudar em termos físicos e ensinar-me o que devo fazer em campo.

Porque é que considerou o FC Porto o clube ideal para relançar a sua carreira?Tinha tido algumas propostas mas voltando a Portugal só podia mesmo voltar ao FC Porto. Não podia vestir outra camisola. Quando tive oportunidade para falar com o presidente para regressar, foi a coisa mais importante que me aconteceu nestes últimos tempos. Senti que o presidente continuava a confiar em mim e acreditava que eu podia fazer aquilo que sempre fiz. Isso é muito importante para um jogador.

Teve outros convites? De quem?Não vale a pena dar nomes. Agradeço às pessoas que mostraram interesse em mim e confiança em ter-me nos seus clubes, mas eu decidi pelo coração. Como já disse várias vezes, e não me canso de o dizer, é este o clube que amo e é aqui que me sinto feliz.

Está feliz no FC Porto? É aqui que pretende acabar a sua carreira?Ainda não estou a pensar em acabar a carreira, mas é aqui que me sinto feliz e tenho mais dois anos de contrato. Ainda há muita coisa para fazer até lá.

utar por um lugar no Mundial do Brasil pesou na sua opção de assinar pelo FC Porto?Não. Sinceramente, quando voltei não pensei nisso. O mais importante era voltar ao futebol europeu, à ribalta. E para regressar só podia ser num clube onde me sentisse bem para poder jogar com felicidade e orgulho em vestir a camisola. Para fazer isso, tinha de voltar ao FC Porto. E hoje em dia claro que posso dizer que espero e sonho estar no Mundial. Mas no início, o mais importante era voltar aos relvados.

É um jogador “à Porto”? Porquê?Sim, porque foi assim que me ensinaram. Desde a primeira vez que vesti esta camisola, percebi que o FC Porto é diferente em tudo. É um clube que todos os anos tem de lutar contra tudo e todos, onde há muita organização, onde sentes que os adeptos vivem para o clube. Está numa cidade pequena mas muito unida.

Depois do sucesso do FC Porto, o que aconteceu no Inter de Milão e no Chelsea?Começando pelo Inter de Milão, foi uma escolha má. Não foi a escolha certa que podia ter feito para chegar onde queria. No Chelsea correu tudo mal, porque fui através do mister Scolari, foi ele que me levou para lá. Pensei que ia ter confiança de um treinador que me conhece e que ia correr bem. Mas o pior é que na primeira semana em que cheguei ao Chelsea, o Scolari foi despedido e as coisas não foram as mesmas. O treinador novo optou por jogadores da casa. Eu, ainda para mais, era um jogador emprestado. Mas não me arrependo. Foi uma boa experiência, gostei muito do campeonato inglês e é um clube que respeito muito.

Como analisa a sua passagem pelo Besiktas? Sempre foi muito acarinhado pelos adeptos turcos.É um clube muito parecido com o FC Porto, é um clube de bairro. É um clube onde sentes a vibração e a pressão dos adeptos todos os dias. Eu nasci para clubes de bairro, é nesses clubes que me sinto feliz e tenho o prazer e a honra de vestir aquela camisola e, dentro de campo, representar aquele símbolo. Foi um dos clubes onde mais gostei de estar e sempre hei de respeitar aqueles adeptos.

De que forma é que os adeptos são importantes para um jogador?Depende da mentalidade de cada jogador. Há jogadores que ouvem assobios e tremem. É normal que, quando jogas em casa e ouves assobios, fiques revoltado e isso não caia bem. Mas também tens de entender que os adeptos deixam muita coisa para apoiar o clube e é natural que eles queiram mais e mais. No meu caso, nunca levei isso a peito porque acho que quando me assobiam é porque acreditam em mim e que sabem que eu posso fazer muito mais que aquilo. É isso que me dá força. Quando eu sinto que os meus adeptos me assobiam em casa é porque acreditam no meu talento e no meu valor e estão à espera que seja eu a resolver.

Além do aspeto financeiro que outras condições atraem jogadores da sua qualidade para ir jogar para o Dubai?Eu não sou o melhor exemplo para falar nisso. Sinceramente, foi um erro muito grande que cometi por ter ido para o Dubai com aquela idade (29 anos). O dinheiro não é tudo. O dinheiro ajuda em muita coisa mas não traz felicidade e acho que não sou a pessoa indicada para falar disso. Não me sentia feliz ali e certamente que as pessoas do clube também não estariam felizes comigo. Eu não dava nem metade daquilo que podia dar porque não me sentia feliz.

Arrependeu-se de ter saído do FC Porto em 2008?Sinto-me arrependido de ter ido para onde fui. Foi um clube que não foi a melhor escolha para mim, o campeonato italiano não tem nada a ver comigo. Arrependido não digo, porque não me arrependo de nada daquilo que faço, arrependo-me mais do que não faço. Foi uma experiência que me fez crescer como homem, mas como jogador não passei daquilo.

Dos campeonatos que jogou qual o que mais se adapta às suas características?Gostei muito do campeonato inglês, acho que era um campeonato para o meu tipo de jogo. Apesar de eu ter mudado muito, porque já não sou o jogador que era com 24 ou 25 anos, sou mais completo, mas gostei muito do futebol inglês. E o futebol espanhol continua a ser o melhor.

Acha que devia ter tido uma carreira ainda melhor da que teve?Podia, se tivesse feito as escolhas certas para alcançar o meu objetivo. Não aconteceu por minha causa, não foi por culpa de mais ninguém, se alguém tem responsabilidades sou eu.

Em Portugal e um pouco por todo mundo, o flagelo dos salários em atraso continua a ser, infelizmente, uma realidade. Já foi confrontado com este problema (pessoalmente ou através de amigos)? Como lida com isso?É complicado. Passei uma fase no Besiktas, em que houve transição de direção, estivemos seis meses sem receber. É complicado veres colegas teus que precisam de dinheiro porque têm a sua família e as suas contas para pagar e não sabem o que hão de fazer à vida. Felizmente, tenho uma boa vida e ajudei alguns colegas no Besiktas, mas é complicado quando olhas para o lado e vês jogadores jovens a chorar porque não têm dinheiro. Isso é muito mau para o futebol. Não estando bem na tua vida pessoal, é difícil chegares à tua profissão e fazeres aquilo que te mandam fazer. Eu não posso sair de casa sabendo que a minha mulher, os meus filhos, os meus pais ou os meus irmão estão a passar fome. Os clubes deviam ter mais respeito pelos jogadores.

No estrangeiro os jogadores unem-se mais como classe? Os jogadores unem-se mais lá fora. Em Itália, Espanha e Inglaterra já pararam o campeonato. Acho que em Portugal também o deviam fazer. Não devemos olhar só para os outros porque são coisas que também nos podem acontecer a nós. É importante que toda a gente se una nessas situações.

Como tem visto o papel do SJPF? Muito bem. Sempre respeitei essas pessoas porque fazem um bom trabalho. Ajudam quem precisa, dão-lhes condições para os jogadores poderem ir para outros clubes. É muito importante haver um sindicato que apoie os jogadores.

Espera ser um dos convocados para o Mundial do Brasil?É esperar. A esperança é sempre a última a morrer. O meu selecionador também já o referiu, ele conhece-me como ninguém como pessoa e jogador. Tenho feito o meu trabalho, tenho ajudado o meu clube e a minha equipa, mas essa decisão cabe ao meu selecionador. É esperar pela convocatória. Se não for, o mundo não acaba aqui. Se for, é a cereja no topo do bolo.

Merece estar no lote de convocados do Mundial do Brasil?Trabalho para isso, mas é uma decisão que cabe ao selecionador. Não vale a pena estar com tantos filmes à volta disso. Se tiver que ir, vou, se não tiver que ir não vou. Numa semana faço um golo, tenho a passagem garantida para ir ao mundial. Se na semana seguinte não faço um bom jogo ou faço algo que não cai bem às pessoas já têm dúvidas se vou ao mundial. Isto aqui não há dúvidas: é continuar a trabalhar. Se tiver que ir, vou com todo o orgulho e prazer. Se não tiver que ir, cá estarei para continuar a minha vida.

Foi colega de equipa de Paulo Bento. Como é a sua relação com o atual selecionador nacional?É boa. Sempre tive uma boa relação com ele, é uma pessoa que eu respeito e admiro muito. Aprendi muito com ele quando era jovem, dava-me conselhos muito bom. Hei de respeitá-lo sempre, nunca tive problemas com ele nem com ninguém na Seleção. É a pessoa que melhor conheço na Seleção.

Qual deve ser o objetivo mínimo de Portugal no Mundial?Em primeiro lugar é passar à fase seguinte. Depois há que pensar jogo a jogo, não vale a pena estarmos a pensar em ser já campeões do Mundo sem jogar. Não temos um grupo fácil. Aliás, acho que hoje em dia não há seleções fáceis. Se estão no Mundial é porque são boas. O importante é jogar jogo a jogo, como equipa. Talento temos, há que mantê-lo como equipa.

“Mustang” e Harry Potter” são duas das alcunhas pelas quais é conhecido. Qual a faz sorrir mais?É Quaresma. [risos] Nunca fui apologista de alcunhas.

Todos os anos, o SJPF promove a Semana Contra o Racismo e a Violência no Desporto. Como vê esta iniciativa?Vejo bem. Somos todos iguais, independentemente da cor. Não devia haver tanto racismo. As pessoas dizem que não são racistas, mas há momentos na vida em que sentimos que há muito racismo e por vezes é complicado lidar com esse tipo de situações.

Infelizmente, somos confrontados com alguns fenómenos desta natureza nos nossos campeonatos. Na sua opinião, e tendo em conta a sua experiência, existe mais racismo em Portugal ou no estrangeiro?Acho que, infelizmente, acontece em todo o lado. E isso tem de mudar. As pessoas têm de perceber que ninguém é mais que ninguém. Cada um tem o direito de pensar, dizer e fazer aquilo que quer. Ninguém tem o direito de criticar porque toda a gente tem telhados de vidro. E quem achar que não tem, que diga para nós mandarmos uma pedra a ver se parte ou não. Há certas coisas que não deviam ser ditas. A mim sempre me ensinaram que, antes de falar dos outros, devo olhar para mim. Não é por ser preto ou cigano ou chinês ou seja o que for que vou criticar um jogador por não gostar dele. É ridícula essa mentalidade.

Foi vítima de comentários racistas no encontro Nacional-FC Porto?Andei o jogo todo a ouvir muita coisa. Disseram-me que era cigano e outras coisas. Mas não foi só por isso, foi por tudo, por ter falhado um penalti, por sentir que estavam a prejudicar-nos, por nos terem marcado um golo em fora-de-jogo contra nós, anularam um golo do Jackson [Martinez]. Tudo aquilo foi-se misturando, perdi um pouco a noção das coisas, mas também não era motivo para fazerem disso um filme de assassino. Não bati a ninguém. É verdade que perdi um pouco o controlo, mas não faltei ao respeito a ninguém. Às vezes penso que se tivesse batido em alguém estava preso a esta hora, para o filme que fizeram. Parecia que eu tinha matado meio mundo. Não dei um bom exemplo, mas toda a gente falha. Falhei, mas não é motivo para fazer tanta conversa sobre uma coisa que é normal no mundo do futebol.

O Sindicato defende penas exemplares para este tipo de comportamentos. Concorda?Concordo.

Qual foi o melhor treinador que teve na carreira?Aprendi com todos eles, com uns mais e outros menos. Não posso estar a falar só num. Seria injusto.

Qual o estádio (ambiente) mais difícil onde jogou?Não sei, já joguei em estádios muito complicados. Na Turquia todos os fins-de-semana tinha ambientes complicados. Em Itália e Inglaterra também há ambientes fantásticos. Sou um jogador feliz por entrar nesses estádios e por ter oportunidade de jogar em campos assim.

Há algum jogador que faça melhor trivelas que o Quaresma?[risos] Um jogador que eu admirava muito era o Drulovic. Era um craque. Era um grande jogador. Se era melhor ou pior não sei, mas adorava vê-lo jogar. É uma pena que esses jogadores acabem para o futebol.

Qual a sua principal virtude? E defeito?O maior defeito… Não sei, se calhar sou orgulhoso demais… Não sei. Deixo ao julgamento das pessoas. Quanto à virtude, sou amigo do amigo. Se tiver de tirar a minha roupa para dar a um amigo meu, tiro. Se falharem comigo, só falham uma vez.

Tem algum ritual antes de entrar em campo?Tenho as minhas coisas, mas isso fica para mim.

Como gostaria de ser lembrado no futebol?Como um exemplo. Pelo menos é isso que eu tento ser para os jovens. Também já fui jovem e gostei de ser ajudado pelos mais velhos. E este FC Porto tem muitos jovens e eu tento ajudá-los a crescer e a perceber este clube.

Em 2000, sagrou-se campeão da Europa de sub-16. Passados 14 anos mudou a sua paixão pelo futebol? Mudou. Cada vez tenho mais amor pelo futebol e, sinceramente, não me vejo a abandonar o futebol tão cedo. Nasceu comigo e vai ter de morrer comigo.

A maior desilusão que teve até hoje no futebol?Já tive algumas desilusões, com pessoas, com jogos… Por exemplo, perder com o Benfica, para mim é uma dor de cabeça. Mas já tive muitas desilusões, principalmente com pessoas que pensas que são uma coisa e depois são outra. E acho engraçado quando dizem que sou arrogante ou que penso que sou mais que os outros. Eu não sou mais que ninguém, mas sou uma pessoa sincera. Se tiver de falar com um treinador ou um jogador ou um árbitro e dizer-lhe na cara o que penso, vou fazê-lo. Não nasci para ser falso e, quando tenho de falar, falo na cara de quem tiver de ser.

Espera jogar até que idade?Enquanto as minhas pernas me disserem que estão prontas e que ainda aguentam. Se é mais sete, oito ou dez anos, não sei. Ainda há muita coisa por fazer.

Já pensou no que quer fazer após abandonar o futebol?Não sei. Ainda não pensei em abandonar o futebol, por isso não sei o que farei depois disso. Uma coisa é certa: vou estar mais próximo das pessoas que mais amo nesta vida.

Para terminar, que conselho dá aos jovens que pretendem singrar no mundo do futebol?Que nunca desistam do sonho que têm. Por vezes, Deus põe-nos à prova com muita coisa e tens de ser forte porque o futebol não é fácil, tens de ser forte todos os dias. Nunca serás consensual, há quem diga bem e há quem diga mal. Tens de ser psicologicamente forte. E os jovens têm de acreditar neles próprios, ouvirem os mais velhos e não mudar por ninguém. Se nasceste assim, é assim que vais ter de morrer. Foi Deus que te colocou na vida assim. Se alguém tiver de nos julgar, só Deus o fará. Mais ninguém o pode fazer. Os jovens têm de ter também força de vontade e saber ouvir os mais velhos, se estás errado tens de aprender a corrigir.

"Andei o jogo todo a ouvir muita coisa... cigano e outras coisas", afirmou ontem Ricardo Quaresma, jogador do FC Porto, em declarações à revista do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol, admitindo ter "perdido o controlo" depois do jogo entre o Nacional e o FC Porto (2-1), na Madeira, quando se envolveu numa acesa troca de palavras com Gomaa e Marçal, jogadores do clube madeirense. "Parecia que eu tinha matado meio Mundo. Não dei um bom exemplo, mas toda a gente falha", acrescentou o extremo portista, de 30 anos. Quando questionado sobre a eventual presença no Mundial de 2014, no Brasil, Quaresma disse que a "esperança é sempre a última a morrer", reconhecendo que Paulo Bento o conhece como ninguém: "Sempre tive uma boa relação com ele, é uma pessoa que eu respeito e admiro muito. Aprendi muito com ele".

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/sport/fc-porto/quaresma-chamaram-me-cigano-o-jogo-todo
"Andei o jogo todo a ouvir muita coisa... cigano e outras coisas", afirmou ontem Ricardo Quaresma, jogador do FC Porto, em declarações à revista do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol, admitindo ter "perdido o controlo" depois do jogo entre o Nacional e o FC Porto (2-1), na Madeira, quando se envolveu numa acesa troca de palavras com Gomaa e Marçal, jogadores do clube madeirense. "Parecia que eu tinha matado meio Mundo. Não dei um bom exemplo, mas toda a gente falha", acrescentou o extremo portista, de 30 anos. Quando questionado sobre a eventual presença no Mundial de 2014, no Brasil, Quaresma disse que a "esperança é sempre a última a morrer", reconhecendo que Paulo Bento o conhece como ninguém: "Sempre tive uma boa relação com ele, é uma pessoa que eu respeito e admiro muito. Aprendi muito com ele".

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"Andei o jogo todo a ouvir muita coisa... cigano e outras coisas", afirmou ontem Ricardo Quaresma, jogador do FC Porto, em declarações à revista do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol, admitindo ter "perdido o controlo" depois do jogo entre o Nacional e o FC Porto (2-1), na Madeira, quando se envolveu numa acesa troca de palavras com Gomaa e Marçal, jogadores do clube madeirense. "Parecia que eu tinha matado meio Mundo. Não dei um bom exemplo, mas toda a gente falha", acrescentou o extremo portista, de 30 anos. Quando questionado sobre a eventual presença no Mundial de 2014, no Brasil, Quaresma disse que a "esperança é sempre a última a morrer", reconhecendo que Paulo Bento o conhece como ninguém: "Sempre tive uma boa relação com ele, é uma pessoa que eu respeito e admiro muito. Aprendi muito com ele".

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/quaresma-chamaram-me-cigano-o-jogo-todo
"Andei o jogo todo a ouvir muita coisa... cigano e outras coisas", afirmou ontem Ricardo Quaresma, jogador do FC Porto, em declarações à revista do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol, admitindo ter "perdido o controlo" depois do jogo entre o Nacional e o FC Porto (2-1), na Madeira, quando se envolveu numa acesa troca de palavras com Gomaa e Marçal, jogadores do clube madeirense. "Parecia que eu tinha matado meio Mundo. Não dei um bom exemplo, mas toda a gente falha", acrescentou o extremo portista, de 30 anos. Quando questionado sobre a eventual presença no Mundial de 2014, no Brasil, Quaresma disse que a "esperança é sempre a última a morrer", reconhecendo que Paulo Bento o conhece como ninguém: "Sempre tive uma boa relação com ele, é uma pessoa que eu respeito e admiro muito. Aprendi muito com ele".

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/quaresma-chamaram-me-cigano-o-jogo-todo
"Andei o jogo todo a ouvir muita coisa... cigano e outras coisas", afirmou ontem Ricardo Quaresma, jogador do FC Porto, em declarações à revista do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol, admitindo ter "perdido o controlo" depois do jogo entre o Nacional e o FC Porto (2-1), na Madeira, quando se envolveu numa acesa troca de palavras com Gomaa e Marçal, jogadores do clube madeirense. "Parecia que eu tinha matado meio Mundo. Não dei um bom exemplo, mas toda a gente falha", acrescentou o extremo portista, de 30 anos. Quando questionado sobre a eventual presença no Mundial de 2014, no Brasil, Quaresma disse que a "esperança é sempre a última a morrer", reconhecendo que Paulo Bento o conhece como ninguém: "Sempre tive uma boa relação com ele, é uma pessoa que eu respeito e admiro muito. Aprendi muito com ele".

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/quaresma-chamaram-me-cigano-o-jogo-todo

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